Nova série do Afroreggae, ‘Paixão Bandida’ mostra como é a vida de mulheres de criminosos cariocas no GNT


 

 

Foto: Cesar Diorgenes

 

As histórias reais de vida de quatro mulheres que se apaixonaram por homens envolvidos com o crime serão contadas na série inédita "Paixão Bandida", produzida pelo Afroreggae para o GNT, com estreia no fim de março. Em quatro episódios, o público vai conhecer o dia a dia de Dani, Viviane, Renata e Bia, que em nome do amor assumiram viver ao lado de suas paixões – mesmo com todas as barreiras. Com um olhar que privilegia o ponto de vista feminino, o programa vai contar quem são e o que fazem estas mulheres que tiveram suas vidas marcadas por viverem amores perigosos.

 

As histórias começaram como qualquer outra: casais que se conhecem, se apaixonam e decidem ficar juntos. O que as tornaram diferentes é que um tempo depois, estes homens revelaram ter envolvimento com o crime e, em alguns casos, as mulheres também passaram a ter. O resultado são quatro histórias diferentes, mas com um ponto em comum: o amor bandido.

 

No primeiro episódio, a brasiliense Dani, de 35 anos, conta como conheceu seu marido, Valdir de Oliveira Junior, e soube meses depois que ele estava foragido da polícia. Apaixonada, ela escondeu a verdade da família e passou a ajudá-lo enviando recados sobre venda de drogas. Em 2007, Dani foi condenada a oito anos de prisão, onde permaneceu até 2010, quando conseguiu o direito a liberdade condicional. Já Valdir, foi preso e condenado a 29 anos em regime fechado, mas pouco tempo depois fugiu e recebeu nova sentença de 38 anos. Hoje, Dani trabalha no Afroreggae e o casal tem um filho, de 14 anos, que acompanha a mãe nas visitas ao pai na prisão.

 

No episódio seguinte, Viviane, de 37 anos, fala sobre sua história com Rogério de Almeida Timóteo, o "Bruninho de Caxias", que, após ficar foragido da prisão, morreu em um confronto entre policiais e bandidos. Viviane entrou para o tráfico para ocupar o lugar do marido que, na época, havia sido preso. Hoje, ela cumpre pena em regime semiaberto. A previsão é que em três anos ela obtenha liberdade condicional. O fruto desta relação tem hoje 14 anos e mora com a avó paterna.

 

Outro caso apresentado na série é de Renata, de 30 anos, que há nove anos conheceu Johny, quando ele ainda trabalhava como auxiliar de dentista. O envolvimento com o tráfico começou em 2005 e, em maio de 2011, ele foi preso e até hoje cumpre pena de 10 anos por tráfico de drogas e associação ao tráfico. Renata sempre foi contra o envolvimento de Johny com o crime. Ela conta que sempre conviveu, mas nunca se envolveu com as atividades do marido. No entanto, ela sempre o visita na cadeia.

 

E, por último, a história de Bia, de 49 anos, esposa do ex-traficante Zacarias Gonçalves Rosa Neto, conhecido como Zaca. Ele ficou famoso por ter sido chefe do Morro Dona Marta nas décadas de 80 e 90. Zaca está em liberdade condicional desde o fim de 2012. Mas, enquanto preso, Bia sempre o visitava na prisão. Ela foi usuária de drogas, mas largou o vício. Hoje, os dois frequentam uma igreja evangélica.

 

"Paixão Bandida" será exibida de 25 a 28 de março, às 22h30, no GNT. Confira mais informações na WEB: gnt.com.br/maisdatv/noticias/_-Paixao-Bandida---a-nova-serie-do-GNT--estreia-em-25-de-marco--Confira.shtml

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