Juliano Pozati comenta sobre seu novo trabalho, o documentário “No meio de nós"


Juliano Pozati comenta sobre seu novo trabalho, o documentário "No meio de nós"

A produtora brasileira, Pozati Filmes, ficou conhecida em 2014 ao lançar "Data Limite segundo Chico Xavier. Com pouco mais de dois anos, a empresa reuni no Youtube mais de 51mil seguidores. Semanalmente, são publicados vídeos na plataforma sobre ufologia e espiritualidade. Faltando pouco para a estreia do novo documentário, intitulado como "No meio de nós" Juliano Pozati fala sobre como surgiu o novo trabalho, escolha de elenco, entrevistados e roteiro.

Como surgiu "No Meio de nós"?

Juliano Pozati : "No Meio de Nós" é uma consequência direta da primeira produção da Pozati Filmes, que é Data Limite de Chico Xavier. No primeiro documentário conseguimos resgatar de forma inédita algumas previsões que o Chico fez a respeito de um momento que ele chama de transição planetária, é um momento onde o planeta deixa de ser "tão merda" e passa a ser um lugar melhor e as pessoas passam a ser melhores. Chico fala que nesse período de transição se não acontecesse uma guerra nuclear em 50 anos a partir da chegada do homem na lua, o processo de aceleramento dessa transição estaria autorizado. Dentre as coisas que acelerariam essa transição viria o contato oficial dos seres de outras comunidades dessa nossa galáxia, que parece uma coisa de ficção cientifica, mas que, se você pensar que o nosso sol é uma estrela entre 400 bilhões de estrelas, a nossa galáxia que é uma galáxia por sua vez de 100 bilhões de galáxias descobertas até agora, de pensar que o planeta Terra é o único que tem vida humana é uma loucura, é um contracenso, é chamar Deus de latifundiário, e, Chico antecipou isso, entre tantas coisas que ele sabia. Ele sabia do Pré- Sal,sabia que seria encontrada água na Lua, sabia que no futuro iam ser feitos transplantes de órgãos de plásticos, de resina. E dentre essas coisas foi a questão do contato que ele antecipou, daí que muita gente começou a nos questionar. Começava o filme e diziam: " E se chegar 2019 e não acontecer nada? Então resolvemos inverter essa pergunta: E se o contato já estiver acontecendo ? E as pessoas não tivessem sabendo desse contato com o fenômeno, e foi aí que começamos a desenvolver o "No Meio de Nós", porque isso é um fenômeno que está literalmente no meio de nós. Não é só ficar explicando uma ação de seres de outros planetas que estariam aqui camuflados observando. Não é só essa especulação, mas se trata sobretudo do contato mensal que estaria acontecendo desses seres com a nossa realidade, e esse contato nós averiguamos pela nossa pesquisa, que está acontecendo de forma mental ou o que poderíamos chamar de mediúnica. Então as pessoas mais preparadas, mais desenvolvidas, que fazem trabalhos espirituais, começaram a perceber presenças energéticas nos seus trabalhos que não eram as convencionas, ou seja eram presenças mentais de espíritos de energias que não tinham muita a ver com aquilo que eles estavam acostumados. Não eram pessoas desencarnadas da Terra, mas aí você me fala que isso passa pelo crivo da experiência religiosa das pessoas,é muito abstrato. Seria se nós não tivéssemos o respaldo de pesquisas cientificas sérias que levam a crer que de fato está acontecendo um fenômeno mental que ainda não consegue ser explicado. Por exemplo, dentro do documentário temos como entrevistada Gilda Moura que é uma das maiores especialistas de contatos e abduções da história da Ufologia e centenas de casos de regressão onde ela não só identifica as memórias do contato e da profissão, como ela submeteu esse grupo de abduzidos a testes de médiuns, curadores e pessoas que fazem uso de aminoácidos e principalmente no grupo de abduzidos, são ondas de altíssima frequência no córtex central . Então você tem uma evidência! A mesma coisa aconteceu com a médica e médium Dra. Monica de Medeiros, outra entrevistada de " No Meio de Nós". Ela descreve que canaliza uma extraterrestre. O que é canalizar? É receber mensagens dessa consciência, dessa mente extraterrestre. A Dra Mônica foi convidada a fazer o exame de encefalograma, sob a atuação da tal extraterrestre, até aí é conversa para boi dormir, se não fosse o resultado do encefalograma nela, que parece que ela está tento uma crise epilética e ela não está. Então, você tem evidências muito interessantes desse contato entre aspas espiritual ou na verdade o espiritual é muito ruim e na verdade seria um contato não físico com contato mental com essas realidades e aí, ilustrando tudo isso e com essa base de pesquisa surge, o General Uchoa, com toda sua história e os documentos liberados pelo FBI, e então a trama estava armada.

Como foi a construção do roteiro?

Juliano Pozati : Quando lançamos o "Data Limite" e lançamos o livro, que podemos considerar um best-seller com 20 mil exemplares que já está indo hoje pra segunda edição, pensamos muito nisso, qual era a filosofia desse contato e percebemos que passa por quatro etapas, novas perspectivas trazem e geram uma predisposição de consciência, que gera em nós a vontade de integração e de construção de um mundo bem melhor, ou seja, começam a constatar a grandeza e faz com que a consciência se eleve, e quando isso acontece paramos de olhar pra nós mesmo e começamos a olhar para o céu e começamos a perceber que não estamos sozinhos e percebo que a coisa é muito maior, e quando percebemos que tudo é muito maior e começamos a perceber que também temos que cuidar da pessoa que está ao nosso lado, porque se não jamais vamos perceber esse contato. O livro foi baseado e construído com uma base filosófica muito forte, porque é isso que está faltando tanto na ufologia quanto na espiritualidade. A espiritualidade tem uma tendência a ir pro fanatismo religioso e a filosofia tem uma tendência a ir para uma ciência hardcore, e se não tiver um entrelaçamento filosófico, ou seja, eu vejo o que a espiritualidade está me dizendo e vejo o que a ufologia está me dizendo e eu paro para pensar no que isso significa em mim, não faz sentido fazer filme sobre essa temática. Então a base do nosso roteiro é profundamente filosófica, onde ela começa quebrando muitos paradigmas e começa discutindo paradigmas muito fortes e a partir daí ela começa a nós levar para as experiências ufológicas, porque o que os contatos, o que as abduções e o que a presença desses seres no meio de nós está gerando é isso, uma elevação da consciência e aí ela exemplifica o que o General Uchoa diz e até da dicas de como estar preparado e de como se colocar e se inserir nesse cenário.

Por que da escolha de Renato Prieto para o documentário?

Juliano Pozati : O Renato é um rosto muito conhecido no espiritismo pois ele interpretou André Luiz no filme "Nosso Lar" da Warner. Ele tem um talento muito grande e uma presença muito grande de palco, além da tradição do teatro. E o que queríamos era um interlocutor que de alguma forma se assemelhasse com um mestre e que o ambiente do documentário fosse diferente, não só um voz-over simplesmente. Queríamos que uma espécie de mestre fizesse o anfitrião do conhecimento que estaria sendo passado ali, não nos preocupamos em definir o que ele é no filme, se ele é um extraterrestre, se ele é um espírito de luz, um mestre cósmico, tanto faz. Nós o chamamos de anfitrião, ele é anfitrião do conhecimento que está sendo apresentado. Então ele está ali pra ir fazendo as costuras. E quem assistir ao documentário vai perceber que ele está fazendo realmente uma presença, um toque brilhante, pois era isso que nós buscávamos.Uma pequena estrela adicional no hall de estrelas que trouxemos pro documentário.

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