COREÓGRAFA DO DANCING BRASIL QUER MANTER O ALTO NÍVEL DA COMPETIÇÃO E INVESTE NA FORMAÇÃO DE BAILARINOS


Com mais de 25 anos de experiência, Vivien Fortes acredita que programas de entretenimento podem mudar a visão sobre a dança no Brasil

São Paulo, julho de 2017 – Para acompanhar as novas tecnologias e se aproximar dos telespectadores, a televisão aberta brasileira tem apostado cada vez mais em formatos de reality shows. De carona neste sucesso, o mundo da dança caiu no gosto popular dos telespectadores e tem registrado consecutivos recordes de audiência com programas como o Dancing Brasil, versão nacional do sucesso da BBCW, Dancing With the Stars. O projeto que já passou por mais de 50 países, foi ao ar pela primeira vez em 2004, na Inglaterra

Esse tipo de espetáculo não acontece apenas pelo talento de executar as belas performances exibidas na TV. Por trás de cada passo de dança, está um profissional essencial para o show acontecer: o coreógrafo. No caso do Dancing Brasil, que chega em sua segunda temporada no próximo 24 de julho, Vivien Fortes é a peça fundamental.

Atuando como coreógrafa há mais de 25 anos, Vivien é formada em Ballet Clássico pela Royal Academy of Dance, além de ter participado de outras companhias de dança. Durante sua carreira, Fortes foi responsável por todas as coreografias de shows, videoclipes e programas televisivos da dupla Sandy & Júnior, por 14 anos.Também trabalhou com cantores conhecidos, como Daniel, Claudia Leitte e Chitãozinho e Xororó.

A excelência no trabalho e os contatos que cultivou durante sua trajetória foram essenciais para atuar no Dancing. "A oportunidade surgiu por meio da indicação do Diretor Marcelo Amiky, que trabalhou comigo na produção do DVD de 30 anos do cantor Daniel", explica Vivien.

Desafios e expectativas sobre o Dancing Brasil

Assim como em todos os formatos televisivos, a produção do reality é muito complexa e exige profissionalismo e dedicação. "O maior desafio é correr contra o tempo. Como o programa é semanal, a preparação é muito curta. A pesquisa e montagem das coreografias tem que acontecer rapidamente e com muita precisão. Não há tempo para testes ou erros", comenta a coreógrafa.

Cada episódio do Dancing Brasil demanda até quatro coreografias e os participantes têm poucos ensaios para colocar tudo em prática e fazer bonito para os telespectadores. Vivien alerta que durante a preparação o cansaço físico e mental entra como um fator de risco, mas que, no fim das contas, o profissionalismo e paixão pelo trabalho superam tudo.

Para a segunda temporada do programa, a profissional tem como objetivo manter o alto nível técnico e artístico dos competidores, para atingir um público ainda maior e trazer motivação e reconhecimento para o mercado de dança no Brasil. "O Dancing Brasil tem potencial enorme para trazer uma nova visão sobre a dança e destacar sua importância para o desenvolvimento físico, emocional e sócio afetivo", diz a profissional.

Investindo na formação de bailarinos

Com o objetivo de formar e profissionalizar bailarinos, Vivien criou a Ballet & Cia, em1992. Naquele momento, a coreógrafa sentia necessidade em ter um espaço próprio onde pudesse desenvolver dançarinos profissionais da forma que acreditava. Mesmo com a incerteza de apostar em um mercado quase esquecido no Brasil, Fortes seguiu em frente.

"Manter um negócio de dança no Brasil, sem apoio, é com certeza um desafio. Porém, eu acreditava que poderia fazer diferente e por isso enfrentei todos os obstáculos", conclui.



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