Após 18 anos na banda Móveis Colonias de Acaju, Esdras Nogueira segue carreira solo e participa de show e documentário inéditos no SescTV


 
As atrações com o saxofonista brasiliense, que já tocou com Letieres Leite e Orquestra Rumpilezz, Bocato, Hamilton de Holanda, Lenine, Pato Fu e Gabi Amarantos, vão ao ar no dia 31/12, a partir das 21h


Foto: escanhuelafoto@
 
O SescTV estreia dois programas com o saxofonista e compositor brasiliense Esdras Nogueira. No primeiro, um documentário da série Passagem de Som, ele conversa com o designer de multimídia Oga Mendonça e com o trombonista Bocato, além de visitar a Universidade de Brasília – DF, e no segundo, um show da série Instrumental Sesc Brasil, toca composições de seu segundo álbum solo, NaBarriguda, feito em parceria com o guitarrista Marcus Moraes e  com participação de Bocato. O repertório do disco tem influências da música do norte e do nordeste do país com pinceladas de jazz, e presta homenagem a nomes da música brasileira, como Egberto Gismonti, Hamilton de Holanda e Cartola. Inéditos, os programas inéditos serão exibidos no dia 31/12, domingo, a partir das 21h, com direção geral de Max Alvim (assista também pela internet em www.sesctv.org.br/aovivo).
 
Filho de um piauiense com uma maranhense, Esdras, 38, integrou a banda independente de pop rock e ska Móveis Coloniais de Acaju, criada em 1998, em Brasília, e ainda tocou com artistas como Letieres Leite e Orquestra Rumpilezz, Bocato, Hamilton de Holanda, Lenine, Pato Fu e Gabi Amarantos. Como músico, fez parte de uma companhia de circo europeia durante dois anos, se apresentando na Alemanha e Itália. 
 
No Passagem de Som, Esdras fala de sua admiração por Hermeto Pascoal e lembra como surgiu a ideia de gravar seu primeiro álbum solo, Capivara (2014), todo com composições do multi-instrumentista alagoano. O saxofonista conta que o repertório desse disco foi montado depois que ele viu, no site de Hermeto, uma carta, escrita a mão, liberando toda a discografia, que estava em sua página da internet, para qualquer pessoa do planeta que quisesse gravá-las. "Eu sempre estudei muito as músicas de Hermeto e disse: vou fazer um trabalho só com músicas dele", recorda.
 
Na capital paulista, Esdras se encontra com o designer multimídia Oga Mendonça, que fez a capa de seu álbum NaBarriguda, cujo título o saxofonista pegou emprestado do nome da fazenda que sua família possui no interior do Piauí. Oga utilizou a técnica de ilustração pop art e elementos do campo, como vaca e galinha flutuando, na capa. "Quando eu ouvi o disco, eu achei que tinha humor", fala. 
 
No Distrito Federal, Esdras visita a Universidade de Brasília, onde estudou música e fez diversos shows com a Móveis Coloniais de Acaju. Foi ali que conheceu o guitarrista Marcus Moraes. "A gente se juntava e ficava tocando. Vinham muitos músicos, inclusive que não eram da UNB. Chegavam porque tinha esse movimento", comenta Marcus, que é parceiro do saxofonista desde a produção do disco Capivara.
 
O documentário mostra, ainda, o ensaio do show de Esdras para a série Instrumental Sesc Brasil, que o canal exibe na sequência. Com participação do trombonista Bocato, o espetáculo, gravado no Sesc Consolação, na capital paulista, traz uma mistura de ritmos, como carimbó, samba e música latina, em composições próprias e de nomes como do bandolinista Hamilton de Holanda, do multi-instrumentista Egberto Gismonti e do cantor e violonista Cartola.
 
Repertório: Capivara (Hermeto Pascoal), Olha o Boi (Esdras Nogueira e Marcus Moraes), Quase Balada (Esdras Nogueira e Marcus Moraes), Capricho de Raphael (Hamilton de Holanda), Salsa Nº 2 (Marcus Moraes), This Ship Will Sink (The Kutimangoes), Chá de Bananeira (Esdras Nogueira), Tardinha (Esdras Nogueira), NaBarriguda (Esdras Nogueira e Marcus Moraes) e Plantas que Nascem (Esdras Nogueira). 
 
Músicos: Thiago Cunha (bateria), Leo Barbosa (percussão), Rodrigo Balduino (baixo), Marcus Moraes (guitarra) e Esdras Nogueira (sax barítono). 
Participação: Bocato (trombone)
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