TV Escola lança projeto de realidade virtual no RioContentMarket


 

Plataforma oferece experiência virtual e educativa em passeios através das cidades brasileiras

 

  

Créditos: Divulgação TV Escola

A TV Escola lança primeiro projeto de realidade virtual da instituição, em seu estande no RioContentMarket, evento que acontece entre os dias 3 e 8 de abril, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Desenvolvida durante um ano pela Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (ACERP) e alguns parceiros, o projeto piloto foi construído com uma experiência virtual imersiva na cidade do Rio de Janeiro. A plataforma, um aplicativo que roda junto ao celular e aos óculos de realidade virtual, tem navegação com ponto focal e passeia pela cidade através de cinco pontos históricos: Cristo Redentor, Praça Mauá – incluindo uma visão completa do painel do artista Kobra e o Museu do Amanhã –, Lapa, Quinta da Boa Vista e Praça Quinze, até a Ilha Fiscal.

O objetivo da instituição é criar um aplicativo que permite a experiência de um passeio virtual pelas cidades brasileiras, com imagens reais e áudio explicativo sobre os locais, suas histórias, a importância geográfica, dados arquitetônicos e fontes de conhecimento que interajam com o currículo escolar.  "É uma experiência educativa, divertida, inclusiva e que integra a característica multidisciplinar da educação", explica Caio Leboutte, Diretor de Tecnologia da ACERP/TV Escola.

            A experiência de viagem virtual ao Cristo Redentor leva o usuário à porta do Trem do Corcovado e o conduz dentro do vagão até a chegada à estátua. A partir desse marco do Rio, ele poderá visitar outros pontos como o Maracanã, a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Jóquei Clube, a Baía da Guanabara e a orla de Copacabana. Já no centro da cidade, o trajeto permite a vivência virtual de um passeio no VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), durante a visita à Praça Mauá.

O Rio de Janeiro é somente um ponto de partida e não conta com o patrocínio da prefeitura. A ideia é que, a partir desse piloto, secretarias de educação de prefeituras e estados comprem o projeto, busquem financiamento do Ministério da Educação, para adquirir óculos e celulares preconizados, e criem bibliotecas virtuais nas escolas.

O projeto abraça ainda a questão da acessibilidade. O aplicativo foi construído com verão em Libras também para as crianças, jovens e adultos com deficiência auditiva, oferecendo também para esse grupo, que compõe 2,5 milhões de brasileiros com surdez severa e profunda, uma experiência virtual completa. A plataforma virtual está preparada para suportar conteúdos educativos de realidade virtual de várias cidades e estados. E o foco do projeto, nesse momento, são as escolas públicas de todo o Brasil.  

"A nossa ideia para o futuro é ter uma plataforma que ofereça visitas virtuais a diversas localidades do país. A melhor forma de aprender é através da vivência. Como nem todas pessoas podem viajar pelo Brasil, o objetivo é oferecer estas experiências de forma virtual", conclui Leboutte.

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