Bernardinho relembra carreira campeã dentro do vôlei brasileiro no ‘Conversa com Bial’

 

Economista, atleta, ex-treinador de vôlei e empresário. O convidado do 'Conversa com Bial' desta quarta-feira, dia 25, é o tipo de pessoa que nasceu para vencer, mas foi no voleibol que deixou a sua marca como um dos maiores campeões da história. No programa, Bernardo Rocha de Rezende, o Bernardinho, bate um papo leve e descontraído sobre o período em que passou comandando times na beira da quadra e os bastidores de um esporte que vem conquistando cada vez mais os brasileiros.

Com mais de trinta títulos importantes e vinte e dois anos de carreira dirigindo as seleções brasileiras feminina e masculina de vôlei, Bernardinho não esconde o seu comprometimento com o dever: "Eu tenho obsessão pelo trabalho, adoro tudo o que faço. Não me concedo um tempo muito grande para férias". No entanto, o ex-treinador deixa claro que até os campeões têm os seus momentos de desencanto: "A pior frustração é quando eu não consigo somar, agregar valor na carreira de alguém, ou seja, ver alguém com grande talento sem poder potencializar tudo o que poderia ser feito."

A Pedro Bial, Bernardinho também fala sobre a sua relação com o filho, o levantador Bruno Rezende, sem esconder o orgulho paterno. "Na frente dos outros jogadores, não tinha essa de ser pai. Quando ficamos com a prata, nas Olimpíadas de Londres, em 2012, ele me disse que o nosso estava guardado. Quatro anos depois, quando conquistamos o ouro, só os jogadores ganharam medalhas. Então Bruninho foi até mim e pendurou a medalha dele no meu pescoço", recorda emocionado. A incrível atuação da seleção masculina de voleibol, em 2016, Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, também foi um dos assuntos da entrevista. "O jogo que fizemos com a França foi o mais tenso da minha carreira", lembra o ex-técnico sobre a partida que classificou a seleção brasileira para as quartas de final da competição.

Olhando para o futuro, Pedro Bial e Bernardinho discutem sobre o próximo grande evento do esporte: Os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. Bernardinho garante que vai aproveitar para acompanhar as competições de outra forma: "É difícil ficar de fora, ainda mais depois de tantas competições do lado de dentro. Mas eu adoro esportes em geral e, como torcedor, sou diferente, sou mais calmo", brinca sobre a sua fama de impaciente. Ainda sobre essa característica que, ao longo dos anos, rendeu simpatia e antipatia da torcida, Bernardinho explica: "Com o ginásio lotado, na beira da quadra, era diferente. No vestiário eu usava um tom mais ameno."

Com direção artística de Monica Almeida, o 'Conversa com Bial' é exibido após o 'Jornal da Globo'.

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