Em suas novas temporadas, 'Mundo S/A' e 'Em Movimento' mostram inovações que transformam mercados e a sociedade

 

Empresas que estão revolucionando o mercado e iniciativas que transforam a sociedade. A partir da próxima semana, a programação da GloboNews traz exemplos de inovação nas mais diferentes áreas com a estreia das novas temporadas de 'Mundo S/A' e 'Em Movimento'. Na segunda-feira, dia 11, às 23h30, o primeiro episódio de 'Mundo S/A' apresenta o mercado de start ups de tecnologia criadas por mulheres. As femetechs trazem soluções para questões ligadas à saúde e ao bem-estar feminino e, até 2025, devem valer 50 bilhões de dólares.

 

Em cada um dos 10 episódios, a jornalista Maria Prata abre o programa aprofundando o tema em discussão com especialistas no novo quadro 'Diálogos S/A', além de mostrar empresas no Brasil e no mundo que representem cada assunto. No programa de estreia, apresenta uma varejista, em São Paulo, que usa a tecnologia têxtil para desenvolver calcinhas absorventes para serem usadas durante o período menstrual; e conversa sobre as dificuldades em empreender sendo mulher com a fundadora de uma empresa de tecnologia financeira que é a sétima maior instituição financeira do país.

 

Na terça-feira, dia 12, às 21h30, a terceira temporada do 'Em Movimento' trata da inovação social pela arte e percorre várias cidades do país mostrando iniciativas relacionadas à cidadania, educação, saúde, esporte, meio-ambiente, trabalho e mobilidade. Nomes como Gringo Cardia, João Carlos Martins, Sebá Tapajós e Vick Muniz estão entre os entrevistados série. Ao longo de oito semanas, os repórteres Victor Ferreira, Gabriel Prado, Narayanna Borges, Vinícius Leal, Renata Ribeiro e Alan Severiano contam histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas por projetos inovadores.

 

No Rio de Janeiro, por exemplo, o Galpão Aplauso usa dinâmicas teatrais para transmitir conteúdos de português, matemática, serralheria e logística. Em 15 anos, 14 mil jovens de comunidades carentes passaram pelo projeto, sem histórico de evasão e com alto índice de empregabilidade. Já em Santa Luzia do Itanhy, em Sergipe, o Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação criou uma oficina de grafite, aquarela e pontilhismo para educar crianças e adolescentes. O pequeno município vive da pesca e há poucas alternativas de trabalho fora do manguezal. O projeto do IPTI deu frutos: uma startup que produz ilustrações com o tema do mangue e entrou no radar da indústria da moda.

 

Foto 1: No 'Mundo S/A', quadro 'Diálogos S/A' sobre as femetechs.

Foto 2: O repórter Vinícius Leal e a equipe da GloboNews com dona Neusa, que teve sua casa contemplada pelo projeto Street River, com pintura na fachada e sistema de captação de água.

Crédito: Divulgação/ Globo

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