‘AGENTES DO CAOS’, DOCUMENTÁRIO SOBRE A INTERFERÊNCIA RUSSA NA ELEIÇÃO DOS EUA, ESTREIA AMANHÃ NA HBO





Produção original dirigida pelo ganhador do Emmy® e do Oscar® Alex Gibney, exibe informações recém-confirmadas por um relatório da Comissão de Inteligência do Senado norte-americano

São Paulo, 28 de setembro de 2020 - O documentário de dois episódios AGENTES DO CAOS, dirigido pelo ganhador do Emmy® e do Oscar® Alex Gibney (GOING CLEAR: SCIENTOLOGY AND THE PRISON OF BELIEF A INVENTORA: À PROCURA DE SANGUE NO VALE DO SILÍCIO), estreia amanhã, 29 de setembro, às 20h, na HBO e na HBO GO. A segunda parte será exibida na quarta-feira, no mesmo horário. Resultado das investigações sobre a interferência da Rússia na eleição presidencial norte-americana de 2016, a produção traz imagens inéditas das fábricas de trolls russas e vídeos encontrados na deep web do país.

AGENTES DO CAOS investiga planos sofisticados contra a democracia dos Estados Unidos, que colocam a opinião pública em alerta às vésperas de novas eleições presidenciais em novembro, e também mostra que esses "agentes" não eram só russos. Entre eles também estavam personagens importantes do país que, por corrupção ou interesses, apoiaram os objetivos de Vladimir Putin, tendo o povo norte-americano como alvo. Gibney mergulha no complexo labirinto da guerra da internet, mapeando de modo claro e profundo essa rede de traições e intervenções nas últimas eleições dos EUA. Apresenta também a vulnerabilidade do país e de seu processo eleitoral, chegando a uma conclusão assustadora sobre as possibilidades reais de que tudo isso se repita.

Abordando temas que não haviam sido documentados antes e trazendo depoimentos de pessoas que agora aceitaram falar, AGENTES DO CAOS inclui entrevistas com o promotor do FBI Andrew Weissmann, o ex-vice-diretor do FBI Andrew McCabe, o ex-diretor da CIA John Brennan, o assessor da campanha de Trump Carter Page, o sócio de Trump Felix Sater, a editora-chefe da agência estatal de notícias russa Margarita Simonyan, a diretora sênior do Conselho Nacional de Segurança dos EUA Celeste Wallander, e a investigadora do caso cibernético Camille François, que explicou como a Agência de Pesquisa pela Internet russa (IRA, na sigla em inglês) tentou enfraquecer as instituições democráticas nos Estados Unidos e instalar o caos explorando as divisões existentes por meio de redes sociais como Facebook, Twitter, Reddit e Instagram.

Algumas das revelações apresentadas por AGENTES DO CAOS foram confirmadas pelo relatório da investigação bipartidária realizada pela Comissão de Inteligência do Senado dos Estados Unidos em 18 de agosto de 2020.



• O documentário exibe um amplo relato das comunicações secretas de Paul Manafort [chefe da campanha de Donald Trump em 2016] com a Rússia durante a campanha feita pelo homem que o derrubou: o promotor-chefe da equipe de Robert Mueller no FBI, Andrew Weissmann. Segundo o relatório do Senado, as ações de Manafort representaram "uma grave ameaça de contrainteligência que criou oportunidades para a Inteligência russa exercer influência na campanha de Trump".

• Como começou realmente a investigação "Crossfire Hurricane" do FBI sobre a campanha de Trump? Não como um esquema partidário para atacar Trump, mas sim como uma reação a relatos de que o time de campanha sabia que a Rússia estava hackeando os democratas, em uma época em que só o FBI também tinha conhecimento dos ataques. Segundo o ex-diretor do FBI Andrew McCabe, a ironia da narrativa de caça às bruxas é que "nenhuma organização de Washington teve mais impacto em ajudar Donald Trump a se eleger do que o FBI".

• A revelação de que a investigação do FBI não começou após a ação de militares russos de hackear os democratas em março de 2016, e sim de que o FBI vinha observando ataques de hackers no mundo desde dezembro de 2014.

• Uma constatação da incapacidade da administração Obama de combater os ataques, apesar dos grandes esforços de muitos agentes de segurança nacional para reagir à situação.

• Um retrato detalhado da fábrica de trolls e do seu dono, Yevgeny Prigozhin, empresário próximo ao presidente Putin. Os trolls não eram brincadeira de criança no Facebook, e sim campanhas profissionalmente estruturadas para colocar os americanos uns contra os outros, usando ferramentas desenvolvidas para colaborar com a guerra na Ucrânia.

• Um relato detalhado e dramático da criação do dossiê Steele, mostrando uma conspiração bem-montada entre Trump e a Rússia, contendo entrevistas com o homem que encomendou o dossiê, o líder do FBI que supervisionou uma investigação sobre o caso, e o suposto espião na campanha de Trump que foi atacado. Em vez de uma conspiração democrata contra Trump, descobriu-se que a investigação que levou ao dossiê começou com financiamento dos republicanos e foi supervisionada pelo ex-jornalista Glenn Simpson, cofundador da empresa de pesquisa Fusion GPS, que passou anos investigando a família Clinton para o The Wall Street Journal .

• Os bastidores das negociações durante a campanha de 2016 para construir uma Trump Tower em Moscou, como contou Felix Sater, o homem que Trump encarregou de fazer negócio com a Rússia.

AGENTES DO CAOS tem direção de Alex Gibney - a segunda parte foi dirigida também por Javier Alberto Botero - e roteiro de Alex Gibney e Michael J. Palmer. A produção é de Alex Gibney, Javier Alberto Botero e Kara Elverson; e edição de Michael J. Palmer, Aleks Gezentsvey (primeira parte). Produção executiva: Lowell Bergman, Stacey Offman e Richard Perello. Coprodução de Jennifer Jo Janisch e Clare Sloane Vance. Coedição de Ben Sozanski (segunda parte). Produção executiva para a HBO: Nancy Abraham e Lisa Heller. Supervisão de produção: Sara Rodriguez.


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