Show e documentário com o baixista e maestro argentino Willy Verdaguer e seu grupo Humahuaca estreiam no SescTV


 
As atrações são exibidas no dia 11/3, domingo, a partir das 21h, com repertório de jazz, rock, música clássica e canções do folclore latino-americano

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Willy Verdaguer. Foto: Piu Dip.
 
Documentário da série Passagem de Some show da série Instrumental Sesc Brasilapresentam o baixista e maestro argentinoWilly Verdaguer e seu grupo Humahuaca. No primeiro, os artistas falam sobre carreira e musicalidade e, no segundo, tocam jazzrock, música clássica e canções do folclore latino-americano. As atrações inéditas serão exibidas no dia11/3, domingo, a partir das 21h, noSescTV. Com direção geral de Max Alvim, também podem ser assistidas emsesctv.org.br/aovivo
 
Willy é radicado no Brasil e se tornou conhecido na cena musical do país, em 1967, quando integrava a Beat Boys, banda de rock importante na difusão da Tropicália. Foi ele que escreveu o arranjo da canção Alegria, Alegria, de Caetano Veloso e se destacou ao inserir a guitarra e o baixo elétrico na música popular brasileira. Willy ainda foi baixista e arranjador, nos anos de 1970, do segundo disco do Secos & Molhados, grupo que revelou o cantor Ney Matogrosso. Além disso, o artista fundou, em 1979, o Raíces de América - conjunto de músicos brasileiros e chilenos, que tocam composições latino-americanas – e o Humahuaca.
 
O baixista, que já escreveu cerca de 20 peças sinfônicas, é formado em regência pela Universidade Livre de Música Tom Jobim, localizada em São Paulo, onde teve o maestro Roberto Farias como professor. Para o argentino, pessoas que trabalham muito com canções eruditas tem dificuldade para se apropriar de outras sonoridades e Roberto deu atenção quando ele levava coisas diferentes ou pretenciosas. E o que é melhor, gostava", afirma. Juntos, Willy e Roberto participaram de diversos projetos. Um desses foi o Quinteto Metal Arte criado em 1991. O grupo tem Roberto como regente e diretor artístico e José Torres de Menezes e Sílvio Flórido Júnior, nos trompetes, Rubens Araújo de Matos, na tuba, Vagner Rebouças da Silva, na trompa, e Doriel Flávio de Oliveira, no trombone. 
 
No Passagem de Som, Roberto leva Willy à Igreja Presbiteriana do Jardim das Oliveiras, na capital paulista, onde o Metal Arte ensaia Castelo Forte, concerto que homenageia os 500 anos da Reforma Protestante. Os músicos comentam sobre a formação do quinteto e sobre o CD de mesmo nome do espetáculo, com arranjos do maestro. Ainda em São Paulo, Willy e seu quarteto - formado por Derico Sciotti, Fernando Thomaz, Tiago Lima e Lucas Vargas - conferem o ensaio do grupo Tesla, do qual Tiago faz parte junto com Leandro César, Marcelo Borges e Guilherme da Mata. Formado só com guitarristas alunos da Souza Lima – Conservatório e Faculdade de Música, o Tesla recentemente lançou o álbum Eletric Mozart, com quatro peças do compositor austríaco. 
 
O documentário mostra ainda, ensaio deWilly Verdaguer e Humahuaca para o show da série Instrumental Sesc Brasil, exibido na sequência com composições inéditas de jazzrock, música clássica e canções do folclore latino-americano. "No meio do show faço uma auto-homenagem. Vamos tocar Alegria, Alegria e depois tem canções do Secos & Molhados", avisa Willy, que toca contrabaixo ao lado de Derico Sciotti, na flauta e sax, Fernando Thomas, na bateria e percussão, Thiago Lima, na guitarra e no violão, e Lucas Vargas, nos teclados e sanfona, com participação de Thais Morais, no violino.
 
Repertório: Camerata do Xadrez (Willy Verdaguer), Alegria, Alegria (Caetano Veloso), E o vento trouxe (Willy Verdaguer), Pulomelu – A Criação do Mundo (Willy Verdaguer e Davis Kullock), Falta 1 Colcheia no Meu Colar (Willy Verdaguer), Amor (João Apolinário e João Ricardo), Coliseu Romano (Willy Verdaguer), Índio Terra Corações (Willy Verdaguer), Galho de Arruda (Willy Verdaguer e Carlos Arruda) e Martelo (Willy Verdaguer).
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