​Lee Taylor fala sobre seu próximo filme, Unicórnio, no “Cinejornal” do Canal Brasil

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No próximo sábado, dia 21, Kiko Mollica entrevista Lee Taylor no "Cinejornal", do Canal Brasil. Após o sucesso da supersérie Onde Nascem os Fortes, da TV Globo, o ator se prepara para a estreia em circuito do longa-metragem Unicórnio, do cineasta Eduardo Nunes, em 16 de agosto. O filme, produzido pela 3 Tabelas Filmes e coproduzido pelo Canal Brasil, terá exibição especial no Cinema da Praça da Flip – Festa Literária Internacional de Paraty -, no próximo dia 28.

 "Quando o Eduardo [Nunes] me convidou pra fazer Unicórnio, eu já tinha assistido ao primeiro filme dele, Sudoeste. Eu falei 'nossa, agora eu vou fazer um filme de cinema de uma maneira que sempre imaginei fazer'. Um filme com um tempo, com uma poética, com uma sensibilidade que coloca o espectador em outro tempo e espaço", diz.

Inspirado em dois contos da escritora Hilda Hilst e rodado na região serrana do estado do Rio de Janeiro, o filme acompanha as transformações no relacionamento entre mãe e filha que vivem isoladas em uma rústica casa de campo a partir da chegada de um homem.

O ator não gosta de se rotular pelos personagens que interpreta. "Eu escolho mais pela obra e depois eu penso no papel em si. Acho que a obra tem que ter uma alguma coisa relevante para dizer para o público". Ele acrescenta que, ao decidir seus papéis, mais um fator é diferencial: "Acho que todo papel para mim, necessariamente, precisa ser um desafio".

Lee e Kiko conversam ainda sobre a formação teatral do ator. "Eu entendi que pra subir aqui no teatro, para exercer esse ofício, eu precisava me preparar. Então, eu resolvi me aprofundar na minha formação, busquei lugares que me amparassem; que me estimulassem; que formassem, ou pelo menos iniciasse, a minha formação como artista", afirma.

O ator fala ainda sobre seu trabalho à frente do Núcleo de Artes Cênicas, em São Paulo. "Eu nunca entendi aqui (o teatro) como um lugar para eu me exibir ou um lugar para eu me divertir. Entendi que aqui, no palco, eu teria que ter uma responsabilidade muito grande para encarnar almas humanas e revelar uma complexidade para outras pessoas. Compartilhar isso com as pessoas é de uma responsabilidade muito grande".

Cinejornal
Sábado, dia 21 de julho, às 21h
Horários alternativos: Domingo, às 17h30 e sexta, às 12h30

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