Astro de Ela é atração do Biography

 

Em 2009, o que se comentava sobre Joaquin Phoenix é que estaria seriamente perturbado. Com a barba longa e alegando ter desistido da carreira de ator para se tornar rapper, Joaquin passou a demonstrar um comportamento extremamente agressivo, a se envolver em brigas em clubes de hip hop e se recusou a responder às perguntas de David Letterman em seu talk show. Um ano depois, o público descobriu o fato que se tornava cada vez mais evidente. O rapper brigão não passava de mais um dos personagens do ator que embarcara no projeto do documentário do amigo Casey Affeck, I´m still here: the lost year of Joaquin Phoenix.

 

Destaque do BIO em 23/3, domingo, às 13hJoaquin Phoenix, antes conhecido por Leaf Phoenix, é o terceiro filho de uma família de artistas – o mais notável deles era o seu irmão River Phoenix, morto precocemente em 1993. Nascido em Porto Rico, onde viveu até os quatro anos, antes de se mudar para os EUA, começou carreira artística fazendo comerciais, em Los Angeles. Pensou em desistir de tudo, após viver o trauma da morte do irmão River por overdose, mas um ano mais tarde, com a insistência de amigos, voltou a seguir sua grande vocação.

 

Ex-namorado de Liv Tyler, que conheceu enquanto rodava Círculo de Paixões (1997), Phoenix conseguiu bons papéis no início dos anos 2000, em filmes como O Gladiador (2000), Contos Proibidos do Marquês de Sade (2000), Sinais (2002) eHotel Ruanda (2004). A consagração veio com Johnny e June (2005) no personagem de Johnny Cash, com o qual ganhou O Globo de Ouro e pelo qual foi indicado ao Oscar.

 

Um hiato se seguiu após um acidente de carro, provocado por sua dependência de álcool. Ele conta que ouvia uma voz pedindo que relaxasse enquanto estava entre as ferragens. Depois é que ficou sabendo que a voz que o tranquilizava era, por acaso, a do cineasta alemão, Werner Herzog. O ator, que também é ativista social, vinculado ao PETA, foi indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro em 2013 por seu papel em O Mestre e, em 2014, esteve em evidência graças ao competente trabalho como protagonista de Ela, filme de Spike Jonze em que um homem se apaixona por uma “máquina”, na realidade um sistema operacional que ganha vida pela voz de Scarlet Johansson. O longa ganhou o Oscar de melhor roteiro original em 2014.  

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