BIO destaca trajetória da atriz e princesa, Grace Kelly
Se há alguém em Hollywood que pode se gabar de ter vivido um conto de fadas, essa pessoa é Grace Kelly. Atração doBIO no dia 15/3, sexta-feira, às 16h45, a loira de beleza clássica tornou-se sensação mundial por sua sensualidade fria e nada óbvia, por sua classe e por sua veia artística incontestável. Após consolidar-se em sua carreira, ela decidiu mudar tudo e tornar-se uma nobre, a Princesa de Mônaco, esposa de Rainier III, soberano do principado. Afastada dos holofotes, ela continuou a ser referência de elegância: seu vestido de casamento foi copiado em todo o mundo e batizou um dos itens de desejo mais cobiçados – a bolsa Kelly, uma homenagem da marca Hermès. Mãe de Caroline e Stephanie de Mônaco e de Albert II, atual chefe da casa Grimaldi, perpetuou com seus herdeiros uma espécie de lifestyle único naquele pequeno pedaço de mundo. Morreu, porém, de forma trágica, em um acidente de carro, em 14 de setembro de 1972.
Oriunda de uma família aristocrática da Filadélfia, Grace demonstrou interesse pelas artes cênicas desde muito cedo, tendo sido incentivada por seu tio Walter Kelly, ator conhecido por Virginia Judge, sucesso em 1935, e por George Kelly, outro irmão de seu pai, muito conhecido na década de 20 por seu trabalho como roteirista, dramaturgo e diretor.
Grace debutou na telona em Catorze Horas (1951), aos 22 anos e um longa depois, foi escalada para Mogambo (1953), que lhe deu um Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar como atriz coadjuvante. Loira, linda e classuda, foi alvo de Alfred Hitchcock que sempre escalava esse tipo de beleza como protagonista. Assim ganhou o papel Disque M para Matar (1953). Tida por alguns como musa definitiva do diretor, estrelou também Janela Indiscreta (1954) e Ladrão de Casaca(1955). Grace também ganhou um Oscar por Amar é Sofrer (1954). Indicada a 10 prêmios, entre Oscars, Baftas, Globos de Ouro, entre outros, em menos de uma década de carreira, a princesa e atriz teve uma carreira curta, porém prolífica no cinema.
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