Investigação Criminal rememora o pânico que o Maníaco do Parque causou em São Paulo


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Francisco de Assis, um motoboy paulistano, abordava e seduzia mulheres, se passando por produtor de comerciais. Pedindo que elas posassem para fotos de publicidade, as levava até o Parque do Estado, onde as estuprava e matava. Ele poupou a vida de suas primeiras vítimas, contudo, após matar a primeira, nenhuma outra vítima abusada pelo Maníaco do Parque sobreviveu, conforme narra o episódio inédito de Investigação Criminal, que o A&E exibe dia 27/11, terça-feira, às 23h.

A polícia só começou a encontrar pistas sobre os misteriosos desaparecimentos de mulheres quando, em 4 de julho de 1998, um garoto encontrou um corpo no parque e comunicou as autoridades. Após buscas, outros corpos também foram encontrados nos arredores.

Como primeira providência, as vítimas sobreviventes foram chamadas para descrever as características físicas do assassino para traçar o retrato falado. Ao perceber que “seu rosto” circulava na mídia, Francisco fugiu. Pouco depois, porém, a polícia chegou ao escritório onde trabalhava – local onde havia jogado os pertences de uma das vítimas no vaso sanitário – e recuperou com o ex-chefe os documentos da vítima Selma Ferreira Queiroz.

Mesmo tendo fugido para o Rio Grande do Sul, Francisco foi descoberto por uma senhora que teve acesso a seu retrato falado. Preso na cidade de Itaqui, foi julgado e condenado a mais de 120 anos de prisão por estupro, homicídio e ocultação de cadáver.

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