Renata Silveira é a primeira narradora de futebol do Esporte da Globo

Globo Principal
O time de narradores do Esporte da Globo ganhou um reforço nesta segunda-feira, dia 7, com a chegada de Renata Silveira. "Estou muito feliz com tudo que está acontecendo comigo em tão pouco tempo de carreira. Chegar ao Esporte da Globo é a realização de um sonho. Uma mulher narrando ainda é uma novidade, por isso minha responsabilidade é muito grande. Vou continuar estudando bastante, como sempre fiz, para fazer o melhor em todas as oportunidades", diz Renata. 
 
Renata começou a carreira em 2014, ao vencer o concurso 'Garota da Voz' da Rádio Globo, e foi a primeira mulher a narrar uma partida de Copa do Mundo. Também ficou entre as três selecionadas para narrar o Mundial da Rússia, em 2018, pelo canal Fox Sports. Com estreia prevista para 2021, Renata se junta ao time feminino das transmissões do Esporte da Globo, que já conta com as comentaristas Ana Thaís Matos, Renata Mendonça e Nadine Basttos.
 
Como surgiu a sua paixão pelo futebol?  
A paixão pelo futebol vem de família. Desde pequena, meu pai levava minha irmã e eu para assistir a suas atuações nas peladas de fim de semana. Ele me inseriu no mundo do futebol desde muito cedo e essa paixão foi crescendo. Hoje sou completamente apaixonada por futebol. Fiquei ainda mais próxima durante a faculdade de Educação Física, depois com o Jornalismo Esportivo e hoje por conta das narrações.
 
Você sempre quis ser narradora de futebol?  
Pelo fato de nunca ter visto uma mulher narrando, não me imaginava fazendo isso. Depois que comecei a fazer pós-graduação em Jornalismo Esportivo, comecei a alimentar o sonho de trabalhar na TV. A vontade de narrar apareceu em um concurso promovido pela Rádio Globo, em 2014, chamado 'Garota da Voz'. Me inscrevi, fui aprovada e venci o concurso. Narrei pela rádio a partida entre Uruguai e Costa Rica pela Copa do Mundo, disputada no Brasil. Comecei a gostar de narrar e, a partir daí, me especializei e fiz cursos para me aperfeiçoar. Acho que essa é a parte mais bonita da profissão. Estamos quebrando várias barreiras e desbravando muitas coisas. Ser uma das primeiras a fazer isso, mostrar que é possível, é muito legal. Confesso que não sabia o tamanho real deste papel. Hoje, a ficha vai caindo aos poucos e poder servir de inspiração para outras mulheres é o mais bacana de tudo isso.

Quais são as suas referências na narração?  
Na rádio, me espelho muito no José Carlos Araújo e no Edson Mauro. Na TV, gosto de Galvão Bueno, Luis Roberto, João Guilherme, Gustavo Villani e Milton Leite.   

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