MARACUJÁ LABORATÓRIO DE ARTES LANÇA PROJETO DE CIRCULAÇÃO DO PREMIADO ESPETÁCULO INFANTIL “NERINA, A OVELHA NEGRA”

 
A ação, que estava prevista para acontecer presencialmente em escolas e teatros públicos da capital paulista, agora acontece nas plataformas digitais levando conscientização e educação de maneira lúdica
 
Crédito: Cacá Diniz. Para fotos em alta resolução, acesse: https://tinyurl.com/y3bvbpwn
 
Baseada no livro homônimo do cartunista Michele Iacocca, a premiada opereta do grupo Maracujá Laboratório de Artes conta a história de Nerina, uma ovelha que é expulsa do rebanho apenas por ter a cor diferente das outras. Abordando a temática do preconceito racial através da atuação, música, manipulação de bonecos e recursos visuais, "Nerina, a Ovelha Negra" voltaria a ser apresentada em São Paulo em 30 CEUs (Centros Unificados de Ensino) e cinco teatros distritais da capital.
 
A ação, batizada de "Circulação Nerina, a Ovelha Negra", também ofereceria oficinas presenciais e bate-papos com elenco, além de distribuição de material didático baseado no tema da peça aos espectadores de cada apresentação. No entanto, a quarentena imposta pela pandemia do COVID -19 obrigou o grupo a adaptar o projeto para o formato online.
 
A nova programação terá início através da oficina "Laboratório de Artes Maracujá". Este workshop será realizado entre os dias 9 de novembro e 11 de dezembro, às segundas e sextas-feiras das 19h às 20h30, através da plataforma Google Meet. A cada semana, serão desenvolvidas diferentes técnicas experimentadas pela companhia em seus 15 anos de atividades, como o teatro de sombras, stop motion, confecção de bonecos com sobras de materiais e o live animation com puppet toys (uma técnica onde bonecos em miniatura são manipulados em frente a câmeras e projetos ao vivo como em uma espécie de cinema feito ao vivo. A oficina tem limitação de 30 pessoas. Os interessados podem se inscrever até dia 04/11 através do link https://bit.ly/oficinamaracuja
 
O grupo Maracujá Laboratório de Artes ainda prepara mais duas etapas do projeto "Circulação Nerina, a Ovelha Negra", que consistirão em 10 apresentações em vídeo seguidos de bate-papos com os criativos em plataformas de streaming e na distribuição de CDs com música peça, DVDs da apresentação e uma publicação impressa com material para promover a mediação pedagógica entre professores e alunos da rede pública. Mais informações sobre essas iniciativas serão divulgadas em breve.
 
Serviço - Oficina Laboratório de Artes Maracujá
Ministrada por Sidnei Caria e Lucas Luciano
De 09 de novembro a 11 de dezembro
Segundas e sextas-feiras, de 19h às 20h30 via Google Meet.
Inscrições a partir de 19 de outubro, através do link: https://bit.ly/oficinamaracuja
 
Mais informações sobre "Nerina, a Ovelha Negra"
 
"Educar para a igualdade racial é tarefa urgente e imprescindível para a construção da sociedade de amanhã." História e Cultura Africana e Afro-Brasileira na Educação Infantil, 2014
 
Baseada no livro homônimo do cartunista Michele Iacocca, a premiada opereta com bonecos e atores do Maracujá Laboratório de Artes conta a história de Nerina, uma ovelha que é expulsa do rebanho só por ter uma cor diferente. Ao ir embora sozinha, ela acaba encontrando alguns lobos, que propõem usá-la como isca para atrair e devorar as ovelhas que a expulsaram, como forma de vingança. Mas Nerina vai provar que o ódio nunca é o melhor caminho, tomando uma decisão que mudará a vida de todas.
 
O espetáculo, voltado para o público de todas as idades, tem como tema o racismo, que ainda persiste em existir em nossa sociedade, sendo urgente o desenvolvimento de ações que contribuam para reeducar o olhar de todos para mudar esta situação. Levar o tema ao teatro, portanto, foi a forma que o grupo encontrou para tentar fazer sua parte nesta luta.
 
O espetáculo retoma a pesquisa sobre plasticidade visual na cena, utilizando o teatro físico e vídeo-cenários com puppet toys (que reproduzem os ambientes mostrados nas ilustrações do livro).
 
Todas as músicas foram compostas pelo autor do livro, Michele Iacocca, e pelo diretor do espetáculo e também do Maracujá Laboratório de Artes, Sidnei Caria. Para os arranjos, foi chamada a diretora musical Fernanda Maia (de "Urinal – o musical", "Carrossel – o musical", "Chaves – um tributo musical", entre outros), que propôs brincar com as diferenças culturais trazidas pelas culturas negra e caucasiana e seus desdobramentos, com referências a música clássica europeia, o reggae, o blues e misturas sonoras como o samba, a bossa nova e o choro, que revelam musicalmente nossa miscigenação cultural. São reconhecíveis clássicos da música erudita, como a valsa Danúbio Azul, de Strauss, a Nona Sinfonia de Beethoven, a Aleluia de Hendel, entre outras, em arranjos para violão executados pelo próprio elenco, que também utiliza o teclado, trombone de vara, caxixi e agogô em cena.
 
Menções:
5 estrelas no Guia da Folha de São Paulo
4 estrelas na Veja SP
Estadão, Revista Crescer, Globo Teatro e site Pecinha é a Vovozinha (Dib Carneiro Neto) recomendam.
 
Prêmios:
- Indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (melhor atriz – Bia Rezende)
- Ganhador da categoria Melhor Espetáculo Infantil pelo 6º Prêmio Aplauso Brasil (júri técnico).
- Ganhador do APCA 2017 para Fernanda Maia pela Direção Musical e para Marisa Bentivegna pela Iluminação (ambas pelo conjunto de suas obras, que incluem outros espetáculos de 2017)
 
Editais e Festivais:
Proac 2016 e 2017 (montagem e circulação)
10º Prêmio Zé Renato
Alfa Criança 2017
Edital Território SESI-SP de Arte e Cultura
Virada Cultural
Circuito Cultural Paulista
FIT Rio Preto (FIT 50)
FENTEPP
 
Ficha Técnica
Espetáculo baseado no livro ilustrado original de Michele Iacocca
Adaptação, Concepção e Direção: Sidnei Caria
Direção Musical, trilha sonora e arranjos: Fernanda Maia
Assistência de Direção: Camila Ivo e Lucas Luciano
Assistente de Direção Musical: Ronaldo Liano
Elenco: Bia Rezende, Camila Ivo, Lucas Luciano, Piva Silva, Sidnei Caria, Silas Caria e Yasmin Olí.
Direção de Arte e Figurinos: Sidnei Caria
Confecção de Cenografia, bonecos e adereços: Maracujá Laboratório de Artes (Lucas Luciano, Sidnei Caria e Silas Caria)
Música Original (letra): Michele Iacocca e Sidnei Caria
Melodias: Sidnei Caria e Fernanda Maia
Música Incidental Cena Sonho/Pesadelo: Ronaldo Liano
Iluminação: Marisa Bentivegna
Preparação Corporal: Lucas Luciano
Coreografias: Camila Ivo, Lucas Luciano e Sidnei Caria
Confecção de figurinos: Tetê Ribeiro e Cidinha André
Soluções Técnicas Audiovisuais: Lucas Luciano, Sidnei Caria e Silas Caria
Técnico de Som: Aragonesco, Fernando Cavalcante e Lays Somogyi
Técnico de Luz: Roseli Marttinely e Maurício Mateus
Coordenação de Produção e design gráfico: Camila Ivo
Produção: Vivian Oliveira  e Tetê Ribeiro
Fotografias: Cacá Diniz
Realização: Maracujá Laboratório de Artes, Laboratório de Artes Produções e Cidade de São Paulo - Cultura
 
Mais informações sobre o Maracujá Laboratório de Artes
 
O nome Maracujá Laboratório de Artes foi escolhido pelo grupo porque resume sua proposta artística: a escolha pela "fruta da paixão" foi inspirada por um pé de maracujá que existia na sede da companhia, e representa a paixão do grupo em pesquisar novas possibilidades a cada trabalho, mesclando sempre diversas linguagens para tentar criar espetáculos tão singulares quanto sua flor, de beleza única. As palavras Laboratório de Artes reforçam essa vocação do grupo em ser um espaço de experimentação artística, que se inspira na contemporaneidade para suas criações.
 
Fundado em 2005 por Sidnei Caria com a participação e apoio dos atores e bonequeiros Lucas Luciano, Silas Caria e Tetê Ribeiro, o Maracujá Laboratório de Artes vem consolidando desde então uma trajetória voltada à pesquisa em teatro para todas as idades e caracterizada por uma constante busca de seus integrantes (atores com formações e experiências diversas, que foram sendo agregados ao grupo ao longo destes 15 anos) em desenvolver experimentações em linguagens e técnicas variadas (teatro físico, teatro de animação, audiovisual, teatro de sombras, música, artes plásticas) com o objetivo de romper fronteiras entre as diversas linguagens artísticas, criando espetáculos que misturam diferentes referenciais estéticos ao mesmo tempo em que trazem ao público questionamentos pertinentes a realidade da criança atual. O grupo também atua nos bastidores, desenvolvendo cenografia, adereços, figurinos e bonecos para diversos grupos teatrais e eventos.
 
O Maracujá Laboratório de Artes já realizou seis montagens: a coprodução As Aventuras de Bambolina, em parceria com a Pia Fraus Teatro (2008), Rabisco – um cachorro perfeito (2010), O Buraco do Muro (2013), E.Terra (2014), SPon SPoff SPend (2015 – espetáculo adulto) e Nerina - a ovelha negra (2017). Em 2020, iniciou processo de criação de dois novos espetáculos: Quim & Tal (espetáculo presencial) e Sonhei que era Gulliver (espetáculo online), ambos com previsão de estreia para 2021.
 
O grupo já foi contemplado com diversos editais, como FUNARTE Myriam Muniz, CAIXA Cultural, SESI (Arte Educação, Viagem Teatral e Territórios da Arte), Prêmio Zé Renato, ProAC, entre outros. Participou de eventos como Virada Cultural, Mostra Melhores do Ano – São Paulo, Circuito São Paulo de Cultura, Circuito Paulista de Artes, Mostra SESC de Teatro de Animação  e Festivais como FIT Rio Preto, Festival Internacional de Teatro de Curitiba, FitaFloripa, FILO (Festival de Teatro de Londrina), Festival de Férias do Teatro Folha, Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Belo Horizonte, FENTEPP (Festival de Teatro de Presidente Prudente), Festival de Arte para Crianças, entre outros.
 
Participou da fundação do Galpão dos Lobos, um espaço cultural formado por companhias paulistanas de teatro para todas as idades, que recebeu menção honrosa do Prêmio APCA em 2017, pelo espaço de formação e resistência inaugurado no bairro do Ipiranga para o público de todas as idades.

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