Série revela os avanços da medicina na temporada inédita que estreia dia 6 de abril no BBC Earth
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Suplementos usados para auxiliar o ganho de massa muscular realmente funcionam? É melhor fazer exercícios antes ou depois de uma refeição? Sucos ricos em antioxidantes trazem mesmo benefícios? Estas e outras perguntas relativas à saúde são respondidas na quarta temporada inédita da série Trust Me I'm a Doctor (Confie no Seu Médico), que estreia no canal BBC Earth na quarta-feira, 6 de abril, às 20 horas. O primeiro dos quatro episódios será reapresentado na quinta-feira, 7 de abril, às 16 horas. O programa é apresentado pelo Dr.Michael Mosley e tem a participação de uma conceituada equipe de médicos que também comandam outros programas da BBC. No primeiro episódio, a cirurgiã Gabriel Weston mostra a operação que implantou um chip em uma mulher e devolveu a visão a ela. A doutora Saleyha Ahsan, no segundo programa, investiga os perigos dos produtos químicos que estão presentes no cotidiano de todos. Já no terceiro episódio, Michael Mosley entrevista especialistas para saber se o consumo de carne é prejudicial à saúde. E o médico Chris van Tulleken revela técnicas para ter uma boa noite de sono no quarto e último episódio da temporada. Primeiro episódio Na estreia da série, o doutor Mosley mostra estudos da Universidade de Nottingham os quais constatam que, para evitar o declínio da massa muscular do corpo, não é preciso fazer academia. Com a adaptação de alguns movimentos cotidianos (como usar o aspirador de pó ou escovar os dentes), é possível manter os músculos saudáveis. Já o doutor Chris van Tulleken responde se as proteínas em pó, utilizadas como suplementação alimentar por quem faz ginástica, realmente funcionam. Ele vai até a Universidade de Glasgow e se submete a uma experiência para saber se os suplementos realmente vão para os músculos após o consumo. A cirurgiã Gabriel Weston, por sua vez, acompanha uma cirurgia inédita. A Universidade de Oxford implantou na britânica Rhian Lewis, cega desde a infância, um chip para substituir células danificadas da retina, o que permitiu que ela voltasse a enxergar. Os resultados são satisfatórios e dão esperança para a comunidade científica de que este tipo de procedimento possa ser aplicado em outros pacientes. |
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