Com mais de 100 horas de transmissão, SporTV3 exibe a chave principal de Wimbledon

SporTV
Após ser cancelado em 2020 por conta da pandemia, torneio mais tradicional do tênis mundial está de volta. Atual bicampeão, Djokovic busca marca histórica
Um torneio que começou a ter a sua história escrita ainda no século XIX. Nele, não são permitidos uniformes coloridos. Todos os jogadores, homens e mulheres, só podem vestir branco para pisar na grama sagrada do All England Club. E por falar nesta superfície, talvez seja ela a principal responsável por alimentar a fama que Wimbledon tem de ser o torneio mais tradicional do circuito de tênis. A partir desta segunda-feira, às 7h, começa a disputa das chaves principais masculina e feminina em Londres, com a cobertura completa de mais de 100 horas de transmissão do SporTV3 até o dia 11 de julho, quando está prevista a final entre os homens.
 
A edição deste ano de Wimbledon tem um ingrediente a mais. No ano passado, por conta da pandemia, foi o único dos quatro torneios grand slams – Australian Open, Roland Garros e Us Open completam a lista – que não foi disputado. Atual bicampeão, o sérvio Novak Djokovic alimenta a chance de atingir um feito que já não acontece há mais de meio século. Desde 1969, quando o australiano Rod Laver, pela segunda vez na carreira, conquistou os quatro eventos mais importantes do tênis mundial, nenhum outro tenista conseguiu repetir esta marca. Campeão na Austrália e na França, Djokovic ainda tem outra motivação. Se vencer na Inglaterra, iguala-se a Roger Federer e Rafael Nadal como o maior vencedor de campeonatos desta magnitude da história, com 20 conquistas. E mais, nenhum tenista fechou o Golden Slam, quando se conquistam todos os grand slams e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos em uma mesma temporada. Mas a tarefa não será fácil para o número 1 do mundo, mesmo sem a presença de Nadal na disputa deste ano.
 
"O Djokovic pode realmente igualar esses recordes. Ele vem muito bem e acredito que seja o favorito. Mas a expectativa é muito grande também em cima do que o Roger Federer pode apresentar. Eu acrescentaria nesta lista o alemão Alexander Zverev e o russo Daniil Medvedev, que é um cara que vem se preparando para ganhar um Grand Slam, saca muito bem e também é um forte candidato a ser campeão este ano", afirma a comentarista Joana Cortez.
 
BATE-BOLA – JOANA CORTEZ
 
Após a edição de 2020 ter sido cancelada devido à pandemia, o torneio mais tradicional do tênis está de volta. A atmosfera de Wimbledon é diferente em relação aos outros?
O retorno de Wimbledon gera uma expectativa muito legal. No ano passado foi o único Grand Slam que não aconteceu e neste período muitos nomes novos apareceram no circuito. Será uma evento que pode trazer várias surpresas, por ser disputado na grama, com a atmosfera única que o torneio tem, ainda mais com o público na arquibancada.  
 
Na sua opinião quem são as favoritas para levar o torneio feminino?
Eu sempre aposto na Serena Williams. Adoraria ver novamente ela vencendo um Grand Slam. Wimbledon talvez seja, dos quatro torneios, o que possa tornar isso possível, pois ela saca muito bem e bate muito forte na bola. A polonesa Iga Swiatek pode surpreender, mesmo sendo uma jogadora mais de saibro. Temos também a bielorrusa Aryna Sabalenka, que joga muito forte também. Eu apostaria na Serena e na Ashleigh Barty, que é a atual número 1 do mundo, mas a grama sempre reserva surpresas.

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